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	<title>Capitolio Consulting</title>
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	<description>Informação Estratégica e Benchmarking</description>
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		<title>Bradesco Seguros pode crescer até 18%</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador brasileiro, deve encerrar o ano com crescimento de 15% a 18% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador brasileiro, deve encerrar o ano com crescimento de 15% a 18% em seu faturamento, de acordo com o presidente da empresa, Marco Antônio Rossi. &#8220;É um resultado bem forte e acredito até que poderemos superar esta marca&#8221;, disse o executivo ao Jornal do Commercio.<br />
No primeiro semestre, a receita da empresa foi a R$ 14,539 bilhões, alta de 23,7% em relação a igual período de 2009. Segundo Rossi, um dos destaques do desempenho do Grupo Bradesco Seguros é que não existe um segmento que puxa o resultado &#8211; todos eles têm crescido de forma muito sólida, acentuou, citando o exemplo das modalidades de capitalização, automóveis e saúde, que tiveram expansão de cerca de 30% de janeiro a junho.<br />
&#8220;Esta é uma boa característica.</p>
<p>Toda a empresa cresceu de maneira uniforme.&#8221; Rossi destacou que o mercado segurador do País vive ótimo momento e que a crise internacional de 2008 mostrou que o modelo de regulação brasileiro é muito eficiente. As seguradoras brasileiras, tal como os bancos, não tiveram nenhum tipo de problema, comentou. &#8220;As empresas são sólidas e o modelo é bem estruturado.&#8221; O desafio, na avaliação do presidente, é tornar os seguros mais simples, no que diz respeito aos atendimentos, no entendimento dos clientes e na contratação. &#8220;Essa é a oportunidade de tornar mais fácil o acesso aos seguros&#8221;, disse. O tema, frisou, já vem sendo debatido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e vai dar impulso ao mercado brasileiro de seguros.<br />
Pensando neste conceito, a Bradesco Seguros já está trabalhando produtos simplificados e pretende com eles alcançar as classes C e D, nicho ainda pouco explorado pelo mercado segurador. &#8220;Queremos atrair o público para produtos mais simples, como seguro residencial e de vida, para partir para produtos com maior sofisticação.<br />
Vamos estar ao lado do cliente quando ele comprar seu carro e sua casa, mas a porta de entrada será o produto simplificado.&#8221; FOCO. Já de olho no potencial mercado de microsseguros, que depende apenas de regulação específica, a Bradesco Seguros começou a focar nos produtos mais simples, que terão maior acesso entre a população que ainda não possui nenhum tipo de apólice. &#8220;Vamos transformar a sociedade brasileira, de forma positiva, no que diz respeito ao conceito de seguros. A população estará mais protegida.&#8221; A empresa pretende aproveitar a presença das agências do Bradesco em todo o País, com alcance em todos os extratos sociais. &#8220;Queremos transformar isso em crescimento de venda de seguros.<br />
Criamos produtos específicos para cada tipo de público.&#8221; Atualmente, a Bradesco Seguros possui diversos produtos que se enquadram no perfil das classes C e D. Segundo Rossi, proteção não tem preço e o público em geral não sabe que existem seguros muito baratos no mercado. &#8220;Seguro de casa tem custo baixíssimo, de R$ 25 a R$ 30 por ano, e protege a casa em caso de incêndio, raio e explosão. Temos também seguros de vida, produto que todos deveriam ter, custam pouco e são fáceis de contratar&#8221;, comentou.<br />
Na área de saúde, a empresa oferece os planos Bradesco Saúde Perfil, planos empresariais, voltados para pequenas e médias empresas. O diferencial deste produto, que mantém as mesmas coberturas dos planos convencionais e disponível para contratação a partir de cinco vidas, é a sua cobertura regionalizada, ideal para quem não precisa de cobertura nacional.<br />
&#8220;Criamos uma rede credenciada de atendimento para estas regiões. Funcionários de empresas de pequeno porte não costumam ser transferidos para outras regiões, então estamos atingindo esta camada da população que em geral não se movimenta muito.&#8221; Rossi afirmou que o mercado de seguro de vida está crescendo, apesar de ainda não ter o mesmo vigor dos demais segmentos. No primeiro semestre, o mercado brasileiro registrou expansão de 15%.<br />
&#8220;Apesar disso, é um segmento que pode crescer mais&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo o executivo, cerca de 95% das empresas oferecem seguro de vida para os funcionários.</p>
<p>&#8220;Isto é uma ocupação de mercado muito forte.&#8221; O mercado tem sido muito criativo nesta área, disse Rossi.<br />
Nos últimos anos, foram criados diversos produtos, como o auxílio funeral, produto muito procurado pelas classes C e D, e o seguro de doenças graves. &#8220;O seguro de vida individual está limitado ainda, mas estes outros produtos têm potencial.&#8221;</p>
<p>GRANDES RISCOS</p>
<p>Um dos segmentos que pode ajudar a empresa a ampliar suas receitas nos próximos anos é o de seguros para grandes riscos.</p>
<p>Rossi comentou que é uma área em que a Bradesco Seguros já atua, mas que oferece muitas oportunidades. &#8220;Temos grandes obras no País e estamos presentes neste mercado.<br />
Para a empresa, todos os segmentos são prioridade e com esta área não poderia ser diferente.&#8221; O executivo chamou atenção para a necessidade de fazer planos de previdência privada.<br />
Ele comentou que a população do País está ficando mais velha, o que é um dado positivo, relacionado à qualidade de vida, mas que é preciso pensar na condição financeira após a aposentadoria.<br />
&#8220;Viver muito é bom, mas com estabilidade financeira é muito melhor.&#8221; Segundo Rossi, a partir de R$ 30 por mês é possível fazer um plano de previdência privada, valor acessível a grande parte da população. &#8220;O grande segredo da previdência privada e começar cedo. Nós já fomos o país do jovens, mas o mundo está mudando e a população está vivendo cada dia mais. Já temos no Brasil cerca de 14 mil pessoas com mais de 100 anos.&#8221;<br />
A Bradesco Seguros tem participação de mercado de mais de 30%. A empresa detém ainda 35% das reservas de previdência do País, totalizando R$ 65 bilhões. &#8220;Os planos são transparentes, de fácil entendimento.<br />
Isso impulsionou muito o mercado&#8221;, disse.<br />
LONGEVIDADE</p>
<p>Marco Antônio Rossi destacou que a Bradesco Seguros promove uma série de eventos abordando o tema da longevidade. Um deles é o Fórum da Longevidade, criado para discutir os assuntos relacionados a viver mais e o que isso representa para a sociedade.</p>
<p>Outro evento realizado pelo grupo é a Corrida e Caminhada da Longevidade, que visa estimular a prática de esportes e melhoria da qualidade de vida.<br />
No Rio de Janeiro, a empresa iniciou o programa Porteiro Amigo do Idoso, em parceria com o Senac-Rio. &#8220;Começamos a fazer o treinamento dos porteiros em Copacabana, para que eles possam prevenir qualquer acidente e aprendam a identificar problemas de saúde.&#8221; A Bradesco Seguros criou também o Fórum de Riscos, que trata dos riscos para a segurança e para a sociedade, discutindo ainda questões de aquecimento global e sustentabilidade.</p>
<h4>Fonte: Jornal do Commercio</h4>
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		<title>Governo fecha acordo para criar agência de garantias</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) fecharam acordo para a criação de uma agência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) fecharam acordo para a criação de uma agência de garantias, uma empresa pública que vai administrar os diversos fundos garantidores de crédito do governo federal. A Agência Brasileira de Garantias (ABG) deve ter alcance um pouco mais limitado que a Empresa Brasileira de Seguros (EBS), estatal que a equipe econômica queria criar para reforçar a oferta de seguro das grandes obras de infraestrutura do País, da habitação, das exportações e da educação.</p>
<p>A nova entidade, embora não seja uma seguradora clássica, estará sob a regulação da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a quem caberá, por exemplo, definir que nível de alavancagem poderá ocorrer em operações da ABG feitas com capital próprio &#8211; fora dos fundos garantidores. Na próxima quinta-feira, governo e representantes do setor privado têm uma última reunião para fechar os detalhes técnicos da proposta que será encaminhada ao Congresso Nacional.<br />
A minuta do projeto de lei foi entregue à CNSeg, que considerou o texto positivo para o setor. As empresas seguradoras privadas foram contra o projeto original e fizerem forte pressão no governo, que abriu negociações para mudar a proposta. &#8220;Fechamos o acordo. Faltam apenas ajustes técnicos&#8221;, disse o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira.<br />
Segundo ele, pela proposta, a nova agência vai ter uma ação limitada em duas frentes: cobrir o seguro adicional de garantia de crédito para os projetos de infraestrutura (o que o setor privado não conseguir oferecer), exportações e o chamado seguro social voltado para os setores habitação, educação e pequena e média empresa. A agência inicialmente não poderá atuar em outros tipos de seguro.<br />
Pela proposta do governo, os fundos garantidores, administrados pela ABG, poderão atuar por meio de consórcios com as empresas do setor privado. A nova estatal será uma empresa 100% pública, mas o projeto permite que ela se transforme em empresa de economia mista. O dirigente da CNseg explicou que a agência vai administrar os fundos garantidores. &#8220;Ele poderá agir administrando as garantias dos fundos ou subscrever pelos fundos com recursos próprios&#8221;, disse.<br />
Segundo Vieira, os fundos poderão alavancar seus recursos, ou seja, garantir o seguro de até nove vezes o valor do seu patrimônio. Essa é a regra que já vale para as seguradoras. Essa era uma das resistências do governo que via restrições à possibilidade de alavancagem dos fundos. Hoje, os fundos só podem garantir até o montante dos seus recursos.<br />
Para Vieira, a proposta permite que o governo tenha o papel de oferecer uma espécie de linha de &#8220;stand by&#8221; adicional ao que o setor privado não tiver condições de garantir. Fontes do Ministério da Fazenda confirmaram que o acordo foi fechado e que a proposta será enviada em breve ao Congresso.</p>
<h4>Fonte: Estado de São Paulo</h4>
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		<title>Bradesco Saúde ganha prêmio de melhor operadora</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Bradesco Saúde ganhou o prêmio de melhor operadora de planos e seguros de saúde da Bahia, no VII Encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bradesco Saúde ganhou o prêmio de melhor operadora de planos e seguros de saúde da Bahia, no VII Encontro de Prestadoras e Operadoras de Planos de Saúde do Estado da Bahia, que teve como objetivo ampliar a visão, entender e tentar solucionar os problemas entre relações empresariais e contou com a participação de profissionais de outros estados que ministraram palestras sobre o ramo de seguros.<br />
Promovida pelas entidades Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (AHSEB), Sindicato de Hospitais da Bahia (SINDHOSBA) e Federação Baiana de Saúde (FEBASE), a premiação foi resultado de pesquisa anual realizada com diretores e representantes de hospitais e clínicas da capital e do interior do estado.<br />
Para o presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, Márcio Coriolano, &#8220;esse reconhecimento demonstra a forte presença da companhia na Bahia e a satisfação de parceiros e clientes com os seus produtos e serviços.</p>
<h4>Fonte: Monitor Mercantil</h4>
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		<title>Saúde vai exigir cartão do SUS nos atendimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cartões precisam ser registrados no sistema municipal A partir de outubro, a maioria dos procedimentos realizados pelo Sistema Único de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cartões precisam ser registrados no sistema municipal</p>
<p>A partir de outubro, a maioria dos procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) exigirá o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) e, a partir de janeiro de 2011 até as consultas básicas só serão realizadas se o usuário estiver portando o cartão já registrado.<br />
A nova portaria do Ministério da Saúde, datada de 12 de agosto de 2010, orienta que todas as secretarias de saúde dos estados e dos municípios cadastrem em seus sistemas o número do CNS de todos os usuários do SUS.<br />
Segundo a coordenadora de Sistemas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Shirlei Maria Daniel, a maioria dos usuários da rede pública já possui o cartão, porém ele não está registrado no sistema da secretaria. &#8220;Para se ter uma ideia, de janeiro de 2009 a agosto de 2010, quase 500 mil pessoas foram atendidas na rede e 204 mil delas não tinham o registro do cartão e para os próximos meses temos 19 mil pessoas agendadas para consultas e elas também não registraram o CNS&#8221;, diz a coordenadora.<br />
Os usuários do SUS que nem fizeram o cartão devem ir às distritais de saúde, das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira, ou ir ao Poupatempo, munidos de RG, certidão de nascimento e comprovante de residência.<br />
Já os usuários que possuem o cartão devem comparecer a distrital de saúde mais próxima de sua residência, e no ato do atendimento, os funcionários da unidade darão orientações de os procedimentos para se adequar ao sistema.</p>
<h4>Fonte: EPTV</h4>
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		<title>Quem não fuma poderá ter plano mais barato</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Abramge (associação das operadoras de plano de saúde) propõe novas regras para os convênios: a entidade quer dar descontos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Abramge (associação das operadoras de plano de saúde) propõe novas regras para os convênios: a entidade quer dar descontos nas mensalidades dos convênios de quem não fuma. ?A ideia é premiar quem tem bons hábitos?, afirmou o presidente da associação, Arlindo Almeida.<br />
Ou seja, quem também não bebe, faz exercícios regularmente e usa camisinha, por exemplo, poderá ter desconto nas mensalidades. Beneficiários com doenças como pressão alta e obesidade também poderão ter desconto se participarem de grupos de controle e de prevenção para que as doenças não se agravem.<br />
Para isso, o beneficiário deverá provar que está comparecendo aos grupos ou que não tem atitudes de risco à saúde. Segundo a entidade, as propostas foram apresentadas para a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas ainda estão em estudo. A ANS não se pronunciou.</p>
<h4>Fonte: Abramge</h4>
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		<title>Falta de regulamentação para parcerias prejudica saúde</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Presidente do IBDP defende o anteprojeto de lei da nova organização administrativa. Existem diversas formas de administração da saúde pública [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presidente do IBDP defende o anteprojeto de lei da nova organização administrativa.<br />
Existem diversas formas de administração da saúde pública de forma indireta. Uma delas refere-se às entidades de direito público &#8211; que são as autarquias e suas variações. A outra, trata-se das instituições de direito privado: fundações estatais, das empresas públicas e sociedades de economia mista. De acordo com o professor de direito administrativo da UFBA, Paulo Modesto, a legislação carece de uma regulamentação geral para os modelos de administração indireta.<br />
&#8220;Existe uma babel conceitual sobre as entidades que exercem administração indireta. Isso causa um problema nefasto para a gestão pública&#8221;, disse Modesto ao programa Em Foco, da Saúde TV, durante II Seminário Terceiro Setor e Parcerias na Área da Saúde.</p>
<h4>Fonte: Saúde Business</h4>
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		<title>Sindseg N/NE promove Congresso de Direito do Seguro e da RC em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sindseg N/NE patrocinará o Congresso de Direito do Seguro e de Responsabilidade Civil de 16 a 17 deste mês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindseg N/NE patrocinará o Congresso de Direito do Seguro e de Responsabilidade Civil de 16 a 17 deste mês, em Pernambuco. O encontro reunirá magistrados, advogados e securitários para avaliar temas englobando ramos elementares e especificidades do contrato de seguros. O congresso será realizado pelo escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia e conta com o apoio da Esmape e do TRF da 5ª Região e o patrocínio do Sindseg N/NE.</p>
<p>Segundo o presidente da entidade, Mucio Novaes, um evento desse porte é uma oportunidade ímpar para atualização e troca de vivências. “Esses ramos do seguro trazem muitas dúvidas e apresentam mudanças frequentes. Poder atualizar o conhecimento nessas áreas, com profissionais experientes e especializados, é muito enriquecedor para os profissionais que atuam no nosso mercado”, declarou.</p>
<p>O evento abordará temáticas como “Os microsseguros e o mercado nordestino”, avaliando a região em crescimento. Terá também como tema de palestra “A contratação do microsseguro: dever de informação e proteção do segurado”, frisando as particularidades do contrato de microsseguro.</p>
<p>A abertura do evento está marcada para o dia 16, com um coquetel de boas vindas. O evento será realizado no Beach Class Resort, em Muro Alto, Porto de Galinhas, conta com 100 vagas disponíveis e o participante poderá se inscrever por meio do site www.cbdsr.com.br<br />
. Para maiores informações, entrar em contato com a Up to Date eventos via telefone (81) 3227-2085 direitoseguro@uptodateventos.com.br.</p>
<h4>Fonte: Viver Seguro</h4>
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		<title>Seguros para bicicletas custam em torno de R$ 350</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, andar de bicicleta pelas grandes cidades do País não tem sido tarefa fácil. Além de, muitas vezes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, andar de bicicleta pelas grandes cidades do País não tem sido tarefa fácil. Além de, muitas vezes, disputar espaço com os automóveis, os ciclistas agora também precisam ficar atentos com os ladrões.</p>
<p>Uma alternativa para proteger o veículo é contratar um seguro específico para bicicletas. Na Kalassa Corretora de Seguros, por exemplo, uma apólice com cobertura para roubos e danos a terceiros custa aproximadamente R$ 350.</p>
<p>De acordo o diretor da seguradora, Paulo Kalassa, entretanto, a empresa só trabalha com bicicletas usadas para o esporte ou lazer, sendo que para contratar o seguro a &#8220;magrela&#8221; precisa estar avaliada em pelo menos R$ 5 mil.</p>
<p>Alternativas</p>
<p>Para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte no dia a dia, a opção é o uso de correntes, cadeados e travas. Os mais indicados, segundo o diretor da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos da cidade de São Paulo), Leandro Valverdes, são as travas u-locks, também conhecidas como d-locks, que podem ser encontradas em lojas de motocicletas e custam, em média, R$ 150.</p>
<p>Além disso, diz ele, é interessante que as pessoas prestem atenção nos lugares onde estacionam as bicicletas e tentem não chamar a atenção. &#8220;Para andar na cidade, o segredo é não chamar atenção. Uma dica é utilizar fita isolante para esconder marcas, por exemplos&#8221;, diz Valverdes Kalassa orienta ainda que as pessoas prefiram andar em grupo e evitem pedalar muito cedo ou à noite.</p>
<h4>Fonte: UOL Notícias</h4>
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		<title>Haja saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de ter feito um acordo com uma das empresas da Amil, por meio de troca de ações, a Dasa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter feito um acordo com uma das empresas da Amil, por meio de troca de ações, a Dasa poderá ser comprada. Por quem? Pela própria Amil, de Edson Godoy Bueno, que recentemente adquiriu a Medial. A Bradesco Seguros, pelo jeito, terá que procurar outra transfusão de sangue.</p>
<h4>Referência: Estado de São Paulo</h4>
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		<title>Microsseguros ajudarão setor a chegar a 7,5% do PIB em cinco anos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Capitolio Consulting</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos próximos cinco anos, a participação do setor de seguros no PIB (Produto Interno Bruto) nacional passará dos atuais 3,5% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos cinco anos, a participação do setor de seguros no PIB (Produto Interno Bruto) nacional passará dos atuais 3,5% para 7,5%, segundo previsões do diretor executivo da Bradesco Vida e Previdência, Eugênio Velasques.</p>
<p>De acordo com ele, para atingir tal resultado, o mercado contará com a expressiva ajuda do microsseguro, para o qual está prevista a inclusão de até 100 milhões de novos clientes em 15 anos. “Nos primeiros cinco anos, até 30 milhões de pessoas com renda mensal média oscilando entre R$ 500 e R$ 600, deverão ser atendidas pelo microsseguro”, afirma Velasques, conforme publicado pelo CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros).</p>
<p>Legislação</p>
<p>Ainda na opinião do diretor, o microsseguro pode ser considerado como a “última fronteira de inclusão social no País”, garantindo a transferência de riquezas de geração para geração no Brasil.</p>
<p>Além disso, diz ele, o produto tem como vantagens a simplificação dos processos e a eliminação da burocracia, o que deve resultar na diminuição de preços. Por outro lado, acredita Velasques, é preciso aprovar uma nova legislação, incluindo a utilização do meio eletrônico e de outras facilidades que poderão reduzir os custos administrativos.</p>
<h4>Fonte: Infomoney</h4>
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