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	<title>Capitolio Consulting &#187; Notícias</title>
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	<description>Informação Estratégica e Benchmarking</description>
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		<title>Seguradoras se armam para conquistar empresas menores</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As seguradoras estão lançando mão de estratégias para aumentar as vendas de apólices para empresas de menor porte neste ano. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As seguradoras estão lançando mão de estratégias para aumentar as vendas de apólices para empresas de menor porte neste ano. As novidades são direcionadas a um público de 5,7 milhões de médias, pequenas e micro negócios, segundo dados do Serviço Central de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) referentes a 2010, os últimos disponíveis. E a tática usada por elas são das mais diversas. Vão desde a ampliação do público atendido, com segmentação por ramo de atuação dos clientes, até busca por mais agilidade nas vendas.</p>
<p>A Tokio Marine reformulou em janeiro o seguro no ramo de vida direcionado às empresas de menor porte (até 500 funcionários) que tem cobertura, por exemplo, para morte e acidentes pessoais dos funcionários. Com isso, espera dobrar a carteira em 2012. Ao final do ano passado, alcançou 3 mil apólices neste nicho &#8211; avanço de 50% frente a 2010 -, com faturamento de R$ 5 milhões. &#8220;A reformulação foi feita para tornar a contratação mais fácil e crescer mais nesta linha&#8221;, diz a diretora de seguros de pessoas Nancy Rodrigues.</p>
<p>Entre as principais alterações estão precificação pelo risco da atividade e oferta de novas coberturas como verbas rescisórias. A empresa também automatizou o processo de cotação, emissão e renovação das apólices, que pode ser feita on-line.</p>
<p>Na modalidade de seguros para pessoas, a peculiaridade das apólices para empresas de menor porte é que elas contratam um&#8217;capital global&#8217; e não um capital para cada segurado e, desta forma, não é preciso fazer ou cancelar o seguro a cada contratação ou demissão. &#8220;Com o capital global, não é preciso saber quem é o funcionário coberto&#8221;, explica Nancy.</p>
<p>Na grande empresa, a contratação leva em conta múltiplos de salário do funcionário. Outra que ampliou o portfólio de seguros de patrimônio para pequenas e médias empresas em janeiro foi a Liberty Seguros, que agora abrange o setor de salões de cabeleireiros e o de livrarias e papelarias. A seguradora oferece o produto para 18 tipos de varejistas, incluindo restaurantes, hotéis, consultórios e pet shops. A estratégia é segmentar cada vez mais as apólices de acordo com o tipo de negócio.</p>
<p>Os empresários podem incluir 30 coberturas no contrato, que vão desde incêndio e queda de raio à responsabilidade civil. &#8220;Para o corretor, este segmento representa o estabelecimento de uma carteira contínua, uma vez que este tipo de seguro não é tão disputado pelas corretoras como outros segmentos&#8221;, explica Luciano Calheiros, diretor da seguradora.</p>
<p>O Grupo BB Mapfre também oferece seguros com múltiplos riscos às empresas de menor porte. A companhia possui 240 mil apólices na modalidade e espera alta, neste ano, de cerca de 15%. A vantagem do grupo é de ter um banco como parceiro. &#8220;Na verdade, tem alguns tipos de seguros que o banco vende mais devido à sua presença geográfica&#8221;, conta Danilo Silveira, diretor de seguros tradicionais.</p>
<p>Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros diz que empresas de menor porte passaram a ser consumidoras de seguros nos últimos anos por conta do momento econômico. &#8220;Outro motivo é que, com o mercado de trabalho aquecido, reter talentos não significa mais apenas um salário alto, mas benefícios como o seguro&#8221;, afirma.</p>
<p>No segmento de pequenas e médias empresas, a Bradesco tem 88 mil apólices e 1,3 milhões de segurados, crescimento de 23% e 25%, na ordem, frente a 2010.Na Bradesco Saúde, a carteira de pequenas e médias empresas &#8211; que compreende de 4 a 99 vidas &#8211; possui 450 mil vidas.</p>
<p>Até dezembro de 2011, esse segmento cresceu 31% ante 2010. &#8220;O nicho de pequenas e médias empresas é uma grande oportunidade para o grupo.&#8221;</p>
<p><strong>Autor: Flávia Furlan &#8211; Referência: Brasil Econômico</strong></p>
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		<title>Plano de saúde tem prazo para resolver problemas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angélica Carlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ipes Saúde foi intimado pelo MPE para resolver atendimento Enaldo TEixeira avalia como positiva a reunião no MPE (Foto: Portal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ipes Saúde foi intimado pelo MPE para resolver atendimento</p>
<p>Enaldo TEixeira avalia como positiva a reunião no MPE (Foto: Portal Infonet)<br />
A direção do Hospital da Polícia Militar (HPM) esteve reunida com representantes do Ipes Saúde numa audiência realizada na sede do Ministério Público Estadual (MPE). Na ocasião foi debatido o atendimento pediátrico de pacientes do Ipes no HPM e ficou decidido que o convênio terá o prazo até a próxima audiência sobre o caso para disponibilizar mais um profissional que faça o atendimento às crianças em estado grave. Caso não haja ajustamento da conduta, poderá haver judicialização da matéria.</p>
<p>Atualmente existem cinco leitos disponíveis ao atendimento de crianças e adolescentes clientes do Ipes Saúde em estado grave no HPM, no entanto a demanda de atendimentos não estava sendo suprida e os pacientes eram encaminhados ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). “Se você paga por um atendimento diferenciado, não tem porque ser atendido pelo SUS, mesmo tendo direito a isso. Além do mais, encaminhar esses pacientes que têm plano de saúde ao Huse é tirar a vaga de uma pessoa que não possui condições de pagar um plano”, considera a promotora Euza Missano, responsável pelo acompanhamento do caso.</p>
<p>Na reunião ficou definido que o Ipes Saúde deverá resolver o problema até o próximo dia oito, data da nova audiência acerca do caso. Não havendo solução, o MPe irá ajuizar o caso, ainda assim o médico representante do Ipes Enaldo Teixeira, diretor clínico dos serviços de pronto-atendimento que funcionam no HPM, considerou como positiva a reunião no MPE. “O Ministério Público existe para ajudar a resolver os problemas. Todas as partes foram ouvidas e as soluções serão providenciadas”, avalia o médico.</p>
<h4>Fonte: Infonet</h4>
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		<title>Bradesco e Máquina</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo Bradesco Seguros e a varejista Máquina de Vendas anunciaram ontem uma parceria para oferecer os produtos da seguradora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Bradesco Seguros e a varejista Máquina de Vendas anunciaram ontem uma parceria para oferecer os produtos da seguradora aos clientes da empresa de varejo, que engloba as bandeiras Insinuante, Ricardo Eletro, City Lar e Eletro Shopping. Com o acordo, todos os clientes das bandeiras do grupo Máquina de Vendas poderão contratar os produtos da Bradesco Seguros nas 900 lojas da rede de comércio. &#8220;O mercado varejista vem aumentando cada vez mais sua importância no cenário econômico. Teremos equipes dedicadas exclusivamente para este projeto&#8221;, informou em nota Marco Antonio Rossi, presidente do grupo Bradesco Seguros. A Bradesco Seguros vai pagar R$ 500 milhões para a varejista Máquina de Vendas no acordo comercial fechado entre as partes e anunciado ontem, conforme apurou o Valor.</p>
<p><strong>Autor: Adriana Mattos &#8211; Referência: Valor Econômico</strong></p>
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		<title>Susep não pode restringir coberturas em seguros, defende Penteado Mendonça</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 08:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com parecer da Susep, o D&#38;O não deve ter cobertura para multas aplicadas a executivos, sob argumentação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com parecer da Susep, o D&amp;O não deve ter cobertura para multas aplicadas a executivos, sob argumentação de que assim existe estímulo a práticas irresponsáveis dos segurados. Mas, em análise da questão, o advogado Antonio Penteado Mendonça foi enfático ao sustentar que a autarquia não possui essa competência.</p>
<p>“A Susep não pode limitar as coberturas do produto porque se trata de uma restrição legal que só pode ser feita pelo Legislativo. Ou seja, é uma questão da seguradora e do segurado. Se uma companhia quer oferecer a cobertura de multa, é um risco somente dela”, argumenta Penteado Mendonça.</p>
<p>Ele lembra que nos Estados Unidos as apólices de Responsabilidade Civil costumam excluir multas e honorários de advogados, mas legalmente não existe impedimento nenhum.</p>
<p>“Se a seguradora quer assumir o risco e consegue resseguro no mercado internacional, o problema não é da Susep. Quem vai pagar a conta é a companhia, não é a autarquia, o contribuinte ou o dinheiro público”, reforça.</p>
<p>O especialista lembra que a restrição não deveria ser válida nem mesmo para novos produtos. “A partir do momento que tenho o risco de multa e existe seguradora querendo dar cobertura, por que não pode fazer?”, indaga Penteado Mendonça, sugerindo que basta uma ação cautelar com pedido de liminar para derrubar a decisão da Susep.</p>
<p><strong>Fonte: seguro garantia</strong></p>
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		<title>Lições de uma tragédia</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhar com objetividade os fatos do desabamento dos prédios no Rio de Janeiro é a melhor forma de entender o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar com objetividade os fatos do desabamento dos prédios no Rio de Janeiro é a melhor forma de entender o que ocorreu e evitar outros acidente semelhantes</p>
<p>Aqueda de três edifícios no centro do Rio de Janeiro abre espaço para abordagens das mais variadas sobre uma série de temas diretamente relacionados com a ocupação urbana. Em primeiro lugar, surge a ação ou omissão dos Municípios,os únicos detentores do poder de polícia indispensável para evitar que tragédias como esta aconteçam ou, no caso, que se repitam. Todavia, conhecendo a atuação deficiente dos diferentes agentes espalhados pelos mais de cinco mil municípios brasileiros, é impossível garantir que a lição do desmoronamento dos prédios no Rio de Janeiro terá efeito prático e que outros desastres como este não ocorrerão.</p>
<p>Para entender o que aconteceu e o que pode ser feito para evitar que outros acidentes se transformem em tragédias, é necessário olhar os fatos com objetividade. Assim, a verdade embasada na realidade de anos e anos de acidentes semelhantes, em todas as partes do mundo,é que,num evento desta natureza, raramente há uma única causa que possa ser responsabilizada pelo desmoronamento de todo o edifício.</p>
<p>No caso do Rio de Janeiro especificamente, somam-se a idade do prédio onde o acidente teve início; as alterações feitas em sua estrutura, a começar pelas janelas irregulares que foram sendo abertas numa lateral que, de acordo com o projeto, deveria ser inteiramente fechada; as reformas feitas nos andares, com modificações da configuração original sem levar em conta que elas poderiam afetar o equilíbrio da construção, comprometendo a capacidade de carga, as amarrações e a resistência das colunas; a omissão da administração do próprio edifício,que ao longo dos anos foi vendo as reformas serem feitas, sem se preocupar se influiriam na segurança; e a omissão da prefeitura, que, ao que parece, não se interessou em fiscalizar o prédio, ainda que com sinais evidentes, em mais de uma ocasião, de que estava sendo reformado.</p>
<p>O que levou ao desabamento do Edifício Liberdade, o maior dos três edifícios, provavelmente jamais será sabido com absoluta certeza. Já a queda dos outros dois prédios não deixa dúvida. Caíram arrastados pelo primeiro. Ou seja, a causa da queda é certa e gera, consequentemente, o direito à reparação dos danos sofridos, tendo, no caso, inclusive, réu conhecido.</p>
<p>Não que os danos causados aos ocupantes do primeiro edifício não possam ser cobrados. Da mesma forma que não há que se afastar o eventual direito de regresso de quem arcar com as indenizações geradas pelo desmoronamento dos outros dois prédios.</p>
<p>De acordo com a lei brasileira, todos os danos causados a terceiros devem ser indenizados. O desmoronamento dos três edifícios causou danos de quatro naturezas: danos corporais aos mortos e feridos, danos materiais, danos patrimoniais e danos morais. Cada um deles tem regras específicas para ser dimensionado e elas estão aí para serem aplicadas ao caso concreto.</p>
<p>Vale dizer,todos os prejudicados, todos que sofreram danos diretos ou indiretos em função do acidente, podem exigir a reparação de seus prejuízos. Como a culpa primária pelo acidente pode não restar indiscutivelmente demonstrada, na medida em que pode haver uma série de razões que interferiram para a sua ocorrência,uma eventual ação de indenização deve levar em conta todos os potenciais responsáveis, tendo claro que,de acordo com a interpretação consumerista, o direito de ação contra a figura jurídica do Edifício Liberdade é líquida e certa, já que sua responsabilidade pelo acidente é inquestionável.</p>
<p>Quanto à questão do seguro,dificilmente haverá cobertura. Não que o desmoronamento de um edifício não possa ser segurado. Pode e não é uma garantia difícil de se obter. Apenas,no Brasil,não costuma ser contratada. Da mesma forma que não é comum a contratação de um seguro de responsabilidade civil com importância segurada suficiente para fazer frente aos valores das mais diferentes ordens, devidos a terceiros por conta dos danos corporais, materiais, patrimoniais e morais gerados pelo triplo desmoronamento.</p>
<p><strong>Autor: Antônio Penteado Mendonça &#8211; Referência: Estado de São Paulo</strong></p>
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		<title>Título de capitalização</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Brasilcap, empresa de títulos de capitalização ligada ao Banco do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 165 milhões em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Brasilcap, empresa de títulos de capitalização ligada ao Banco do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 165 milhões em 2011, alta de 50% na comparação com ano anterior. Na mesma comparação, o faturamento da companhia cresceu 20%, para R$ 3,3 bilhões. A Brasilcap lidera o mercado de título de capitalização em faturamento, seguida de perto pela Bradesco Capitalização.</p>
<p><strong>Referência: Valor Econômico</strong></p>
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		<title>Médicos do Samu reivindicam Plano de Carreira</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme a presidente do Sindimed, Elza Luiz Queiroz, a reunião tem como objetivo discutir uma mobilização para defender proposta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme a presidente do Sindimed, Elza Luiz Queiroz, a reunião tem como objetivo discutir uma mobilização para defender proposta de projeto de lei que cria o Plano de Carreira para médicos emergencista do Samu, o que, segundo a categoria e o Sindimed, resolveria as irregularidades cometidas pelo governo do Estado.</p>
<p>A proposta e outras reivindicações serão encaminhadas pela presidente ao governador Silval Barbosa (PMDB). “Vamos lutar junto com os profissionais e fazer o que estiver ao nosso alcance. Trabalhando sempre dentro da legalidade”, afirma a presidente.</p>
<p>A categoria reivindica renovação dos contratos de 34 médicos do corpo clínico do Samu, já que os contratos se encerraram no dia 31 de dezembro de 2011. Ainda de acordo com denúncias dos médicos do Samu/MT os profissionais receberam apenas metade do salário de dezembro e os contratos dos 34 médicos não foram renovados.</p>
<p>A presidente explicou que entrou em contato com a Secretaria Estadual de Administração (SAD) e os Recursos Humanos da Secretaria de Saúde que alegaram ter havido um equívoco em relação aos vencimentos do contrato e a renovação. Sobre os salários será feita uma folha complementar e o pagamento deve sair no dia 10 de fevereiro.</p>
<p><strong>Fonte: Circuito Mato Grosso</strong></p>
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		<title>Corretor do Rio defende livre escolha de oficinas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os corretores do Rio de Janeiro querem que todos os segurados tenham direito a livre escolha de oficinas, principalmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os corretores do Rio de Janeiro querem que todos os segurados tenham direito a livre escolha de oficinas, principalmente no interior do estado, que tem características diferentes dos grandes centros.</p>
<p>Essa proposta consta da Carta de Petrópolis, documento que lista as conclusões do I Serra Debate, realizado pelo Sincor-RJ, na Região Serrana, em dezembro passado.</p>
<p>O grupo de trabalho que discutiu essa questão também sugeriu que conste nas apólices, de forma clara e indiscutível, as regras para a liberação dos carros reservas. A categoria entende que essas regras deveriam ser padronizadas para todas as seguradoras.</p>
<p>Foi proposto ainda que as condições exigidas para a liberação do veículo devem constar no corpo da apólice, vez que até hoje causam muita confusão.</p>
<p><strong>Fonte: Sincor-RJ</strong></p>
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		<title>Presidente da BB Mapfre reafirma compromisso com o corretor</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A próxima edição da Revista Previdência &#38; Seguros, editada pelo Sincor-RJ, trará uma entrevista exclusiva com o presidente da BB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A próxima edição da Revista Previdência &amp; Seguros, editada pelo Sincor-RJ, trará uma entrevista exclusiva com o presidente da BB Mafre Seguros, Marcos Eduardo Ferreira, que fala sobre o relacionamento do grupo com os corretores de seguros.</p>
<p>Na reportagem, Ferreira reafirma o compromisso assumido por outro executivo do grupo, Dirceu Tiegs, durante o I Serra Debate, realizado pelo Sincor-RJ, em Petrópolis, no final de 2011.</p>
<p><strong>Fonte: Sincor-RJ</strong></p>
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		<title>Novo prazo para agendar consultas não é cumprido por planos de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Araripe Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo prazo para agendar consultas não é cumprido por planos de saúde. A Agência Nacional de Saúde determina que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo prazo para agendar consultas não é cumprido por planos de saúde.</p>
<p>A Agência Nacional de Saúde determina que a espera por uma consulta seja de, no máximo, 14 dias úteis. Segurados podem recorrer ao Procon.</p>
<p>Há pouco mais de um mês, entrou em vigor a lei que obriga as operadoras de planos de saúde a marcar consultas médicas dentro do prazo estabelecido pela Agência Nacional de Saúde. </p>
<p>A equipe de reportagem do JH foi verificar se a lei está sendo cumprida e descobriu que ainda há muitas reclamações dos segurados sobre a demora na marcação de consultas.</p>
<p>Marcar consulta é uma tarefa que exige horas de dedicação da dona de casa Patrícia Pinheiro. Ela tenta um horário com um psiquiatra para atender o filho de nove anos. “Eu tenho pressa porque ele está sem medicamento”, lembra a mãe. O médico que acompanhava o menino saiu do convênio.</p>
<p>Patrícia tentou uma alternativa ligando para o convênio e esperou muito tempo ao som de uma musiquinha. Quando conseguiu ligar para um outro médico, ouviu a secretária dizer que não tinha agenda disponível naquele momento.</p>
<p>As medidas que estipulam os prazos máximos de atendimento ao paciente começaram a valer em dezembro de 2011. Quase 50 dias depois, os órgãos de defesa do consumidor ainda atendem clientes com reclamações e muitas dúvidas.</p>
<p>A principal delas é quando o cliente quer ser atendido por um médico já conhecido. Os planos podem indicar outro profissional da área, inclusive fora da cidade onde o cliente deseja ser atendido. “É importante que as pessoas saibam que as normas não asseguram atendimento por um determinado profissional. Elas asseguram um prazo determinado&#8221;, orienta Paulo Arthur Goés, diretor-executido do Procon de São Paulo.</p>
<p>As medidas da Anvisa determinam que consultas de pediatra, clínico geral, cirurgião, ginecologista e dentista não podem demorar mais do que sete dias úteis.</p>
<p>Quem precisar de fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo, terapeuta, ocupacional e fisioterapeuta espera no máximo dez dias úteis. Outras especialidades tem prazo de no máximo 14 dias úteis.</p>
<p>Se a operadora não cumprir o prazo e não oferecer nenhuma alternativa o consumidor deve procurar a empresa e registrar a reclamação. E, se não houver solução, o segurado deve reclamar à Agência Nacional de Saúde ou ao Procon da sua região.</p>
<p><strong>Fonte: Jornal de Floripa</strong></p>
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