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08 de julho 2020 | Paulo Araripe Jr.

Autarquia aceitou a B3, a Central de Recebíveis (Cerc) e a CSD para operarem o chamado Sistema de Registro de Operações (SRO)

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu novos passos para implementar a apólice eletrônica no Brasil. A autarquia credenciou a B3, a Central de Recebíveis (Cerc) e a CSD para operarem o chamado Sistema de Registro de Operações (SRO). Essas registradoras — e outras eventualmente homologadas no futuro— vão gradualmente assumir todas as informações sobre os contratos de seguros, começando com os de grandes riscos. A expectativa é que o projeto esteja concluído em três anos.

Com o SRO, a Susep pretende desativar uma série de documentos que as seguradoras precisam enviar para a autarquia. E, segundo o diretor Vinicius Brandi, o sistema das registradoras será mais desenvolvido que o da Susep, considerado ultrapassado. “Outro ponto importante é melhorar a transparência das informações tanto para a Susep quanto para o mercado. O escopo das informações será muito maior do que as que recebemos atualmente”, disse.

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Autor: Juliana Schincariol
Referência: Valor Econômico