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Com aumento de ataques cibernéticos, seguros para este segmento ganham espaço

01 de agosto 2019

No último ano, mais de 62 milhões de brasileiros foram alvos de ataques cibernéticos que resultaram em um prejuízo financeiro de US$ 22 bilhões, segundo dados de um estudo realizado pelo Norton Cyber Security Report. Os números colocam o país como o segundo que mais perdeu, atrás apenas da China.

O tema ganhou destaque com aprovação de diversas leis, como a 12.737/12, intitulada Carolina Dieckmann. “Eu vejo esse cenário com muito otimismo, porque o risco cibernético é totalmente diferente dos que nós estamos acostumados. Se analisarmos os outros seguros, é possível ficar anos ou até a vida inteira sem utilizar as apólices. Já no risco cibernético, é impossível não sofrer nenhum tipo de ataque”, afirma Cláudio Macedo Pinto, corretor de seguros.

Com a situação atual, Gustavo Galrão, coordenador da Comissão de Linhas Financeiras da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), acredita que esse tipo de seguro tende a ganhar mais espaço na carteira dos corretores. “Diante disso, creio que o papel da seguradora é entender o risco e como subscrevê-lo para que ele seja uma solução efetiva ao mercado empresarial”, conclui.

Referência: Monitor Mercantil