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DPVAT era ineficiente e corrupto, diz Susep

13 de novembro 2019

Corrupção, fraude e ineficiência foram os termos usados pela chefe da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, para justificar a decisão do governo de extinguir o DPVAT, sigla do seguro de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, uma cobertura obrigatória para os donos de veículos. Durante evento da Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos (ABGR), em São Paulo, a dirigente afirmou ter “pegado carona” no pacote de aceleração do emprego anunciado na segunda-feira para efetivar o término do seguro.

No comunicado sobre o fim do DPVAT, a Susep evocou o episódio da “Operação Tempo de Despertar”, de 2015, quando a Polícia Federal conseguiu descontinuar uma rede fraudulenta que desviou recursos de indenizações indevidas e gastos irregulares no sistema do seguro veicular obrigatório.

O texto divulgado pela autarquia enfatiza ainda que “atualmente, o DPVAT é alvo de processos movidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e milhares de ações judiciais”.

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Autor: Sérgio Tauhata, Maria Luíza Filgueiras e Álvaro Campos
Referência: Valor Econômico