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Hospital de Belo Horizonte se torna referência em qualidade

06 de fevereiro 2020

Especialista em ortopedia, Fundação Hospitalar São Francisco de Assis conquistou a Certificação ISO 9001:2015

A Fundação Hospitalar São Francisco de Assis (FHSFA), referência em ortopedia na capital, conquistou a Certificação ISO 9001:2015, reconhecimento que atesta todos os requisitos de gestão de qualidade da instituição.

O título que foi concedido à unidade Santa Lúcia, localizada na região Centro-Sul da capital, define critérios para garantia dos padrões de qualidade, a fim de priorizar a satisfação dos clientes e a melhoria contínua do desempenho das empresas.

Para a conquista da recomendação, o hospital passou por auditoria composta por entrevistas com colaboradores, observação das atividades e análise de documentação e registros do sistema de gestão.

Por mês, a instituição, que é filantrópica e tem atendimento 100% direcionado aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), realiza, em média, 700 internações, 550 cirurgias e 2.500 consultas.

Segundo o superintendente geral da fundação, Helder Yankous, a unidade é dedicada exclusivamente a procedimentos ortopédicos de média e alta complexidade.

“O certificado é uma forma de atestar a nossa preocupação em trabalhar sempre da melhor forma com os pacientes. É uma maneira de comprovar nosso cuidado em fazer um atendimento de qualidade mesmo em meio a toda a crise financeira que o setor da saúde vem passando. Isso mostra que mesmo assim mantemos nossa qualidade”, avaliou.

Fundação

Atualmente, além da unidade no bairro Santa Lúcia, a Fundação Hospitalar São Francisco de Assis (FHSFA) mantém outro centro em funcionamento no bairro Concórdia, na região Nordeste de BH, somando 344 leitos (sendo 52 de CTI), e mais de 1.300 colaboradores, que prestam serviços hospitalares e cirúrgicos de alta, média e baixa complexidade em 33 especialidades.

“Estamos sempre investindo em pesquisas e projetos de inovações para desenvolver novas tecnologias. O conjunto dessas ações vai poder gerar mais leitos e conseguiremos atender mais pacientes”, adianta Yankous.

Referência: O Tempo