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Caso IRB/Squadra abre novo tipo de ativismo no Brasil, diz Amec

31 de março 2020

Caso mostra fortes indícios de manipulação que precisam ser avaliados, diz o presidente da entidade, Fábio Coelho

Os investidores e as companhias abertas ainda não estão preparados para lidar com o engajamento de acionistas em situações como a que ocorreu na últimas semanas com o IRB, na avaliação da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec). O caso mostra que há fortes indícios de manipulação que precisam ser avaliados pelos reguladores, diz o presidente da entidade, Fábio Coelho.

“Isso precisa ser endereçado para que o mercado de capitais tenha referência das melhores práticas também pelo processo sancionador”, disse ao Valor. Coelho diz que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem feito um esforço para aperfeiçoar os processos sancionadores, com redução do tempo de julgamento. “Temos indícios fortes de manipulação onde a ausência de boa fé precisa ficar comprovada. Os resultados serão importantes para o amadurecimento do próprio ativismo no Brasil”, diz.

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Autor: Juliana Schincariol
Referência: Valor Econômico