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Normal

18 de agosto 2020

Coluna  Broadcast

Líder do mercado de previdência privada no País, a BrasilPrev já se recuperou da crise causada pela pandemia do novo coronavírus e desde julho está de volta à “normalidade”. Por “normalidade”, entenda-se: o resultado previsto antes da pandemia para ser atingido naquele mês foi alcançado. Com fortes retiradas entre março e abril, a diretoria e o comitê de crise da empresa passaram a reunir-se diariamente e colocaram uma operação de guerra em ação.

No jogo. Foram treinados nada menos do que 24 mil gerentes de relacionamento do Banco do Brasil, feitos cafés da manhã virtuais com 3 mil clientes e disparados 24 milhões de e-mails explicando a eles o que estava acontecendo, com o passar do tempo durante a pandemia. Os comunicados foram do “vai passar” ao “foco no longo prazo”, chegando ao “oportunidades à vista”.

Tô livre. Segundo Márcio Hamilton, presidente-executivo da BrasilPrev, em março foi o momento de colocar a bola no chão e ver para quem seria passada. Com alguns clientes em pânico, cabia aos gestores da empresa, que tinha R$ 292 bilhões em ativos sob gestão em maio, olhar o longo prazo e agir.

Tô ligado. Apesar de os ganhos dos meses passados não voltarem mais, a crise trouxe alguns aprendizados que ficarão, diz Hamilton. Além da linha direta com clientes e gerentes, com cafés e workshops que continuam acontecendo, aumentou a velocidade da transformação digital da BrasilPrev. Além de mais funcionalidades no app, o chatbot do WhatsApp gerou boas respostas, por exemplo.

Tô leve. Também houve corte de custos e contingência como a redução dos espaços físicos e deslocamentos em viagens que permanecerão daqui para frente e deixarão a empresa mais leve. O objetivo agora é investir no que Hamilton chama de “democratização da previdência”, com o BrasilPrev Fácil, que permite investimentos a partir de R$ 100. Só em 2020, foram conquistados 120 mil novos clientes e vendidos 130 mil planos da modalidade.

Números – 3 mil clientes já participaram dos cafés da manhã virtuais com a BrasilPrev, que passaram a ser feitos por causa da pandemia.

Referência: Estado de São Paulo