Capitolio


IRB vê enquadramento regulatório até fim do ano

05 de novembro 2020

Ressegurador chegou a ficar R$ 3,4 bi abaixo de regra da Susep

O quarto trimestre será um período que poderá ser visto como um divisor de águas na história recente do IRB Brasil Re.

Até o fim do ano, o ressegurador promete resolver uma situação de desenquadramento regulatório que trouxe mais incertezas à já abalada confiança de investidores após a companhia ter mudado toda a cúpula e revisado balanços dos últimos dois anos. Também, segundo os principais executivos reafirmaram nas reuniões para comentar os números do terceiro trimestre, os efeitos negativos dos negócios descontinuados devem deixar de afetar os resultados já a partir do último intervalo fiscal deste ano.

Segundo o CEO da holding, Antonio Cassio dos Santos, o impacto dos chamados negócios descontinuados (“run-off”), que são aqueles cancelados ou não renovados pela gestão desde 30 de junho, torna-se marginal a partir do quarto trimestre. “Esperamos que para o atual trimestre o efeito das contas descontinuadas seja marginal, ou seja, muitíssimo menor que o que registramos no terceiro, quando tivemos um impacto negativo de mais de R$ 350 milhões”, disse.

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Autor: Sérgio Tauhata
Referência: Valor Econômico