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Alocação no exterior volta ao radar de fundos de pensão

02 de julho 2021

Segundo consultoria Aditus, que representa R$ 260 bilhões, investimento internacional é de pouco mais de 2% das carteiras, bem abaixo do limite de 10% permitido pela regulação.

Os investimentos globais voltaram a ser discutidos por fundos de pensão, e entidades como Petros (Petrobras), Postalis (Correios) e Infraprev (Infraero) avançam com aplicações no exterior.

O cenário de juros baixos e o recuo do dólar nas últimas semanas alimentam o debate, embora a volatilidade da moeda seja motivo de preocupação para parte dos dirigentes e participantes do segmento.

O percentual de alocações das fundações fora do Brasil ainda é baixo. Na base de clientes da consultoria Aditus, que representa R$ 260 bilhões, é de pouco mais de 2%, bem abaixo do limite de 10% permitido pela regulação. A maior concentração é nos planos de contribuição definida (CD). Porém, a estratégia ganha força em meio a necessidade de diversificação.

Considerando a base de clientes da consultoria, os investimentos no exterior são os que apresentam os melhores resultados para as fundações nos cinco primeiros meses deste ano. No período, os ganhos foram de 16,71%, apesar da desvalorização de 2,21% em maio.

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Autor: Juliana Schincariol
Referência: Valor Econômico