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Marcio Coriolano participa do programa “Panorama do Seguro”

10 de agosto 2021

O Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, é o entrevistado da nova edição do programa “Panorama do Seguro”, produzido pelo Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg-SP).  Na conversa com o jornalista Paulo Alexandre e o consultor de economia Francisco Galiza, apresentadores do programa, Marcio Coriolano fez um balanço do mercado segurador desde 2019, chamando a atenção para o desempenho do setor nos dois anos desde o que chamou de período de “modernização regulatória”.

Para Marcio Coriolano, o ano de 2020 foi uma exceção, apresentando crescimento de apenas 1,3% – impacto diretamente ligado aos desafios decorrentes da pandemia –, ainda mais porque, na avaliação dos últimos 15 anos, o mercado se seguros sempre cresceu acima da inflação com desempenho superior aos outros setores da economia.

Sobre as questões ligadas à modernização do setor, ele informou que estão vindo ao encontro de um mercado já moderno e inovador. O Presidente da CNseg citou o seu artigo mais recente publicado na mídia “Inovação no mercado de seguros: o que há e o que se pode esperar?”, para contextualizar que o setor já é dinâmico pelos próprios passos e competitivo pelos investimentos que realiza. “É um mercado que respondeu ao longo do tempo às demandas da sociedade e que pode avançar mais ainda com a flexibilização da regulação”, afirmou.

Porém, Marcio Coriolano destacou que os efeitos da “modernização” ainda vão aparecer ao longo do tempo porque o que vai importar mesmo é a resposta do consumidor, e não a do chamado “mercado supervisionado”. Por isso, ele defende que é necessário medir agora e no futuro os efeitos dessa “modernização”.

Ao compartilhar tabelas apresentando dados dos segmentos de seguros nos últimos dois anos, o Presidente da CNseg quis demonstrar que não há nenhuma relação entre os resultados até agora alcançados com a modernização reguladora, tendo em vista que o crescimento de 13,7% do setor foi impulsionado em mais de 80% por ramos já consolidados. E que responderam, como sempre, às preferências prioritárias da população.

Referência: CNseg