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A importância do seguro em tempos incertos

15 de setembro 2021

Diferente da música Epitáfio, dos Titãs, que em parte da letra diz que “o acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído”, na vida real, o acaso não costuma proteger, pelo contrário, costuma trazer complicações e prejuízos monetários. E qual seria a melhor forma de se proteger do acaso da vida real? A resposta está nos seguros.

Grande parte da população brasileira ainda trata os seguros como tabus, mas é a melhor forma de proteger seus negócios, bens e até mesmo sua vida, principalmente nos tempos incertos em que vivemos. A forma correta de ver um seguro seria tratá-lo com um investimento.

Diferentes definições para a palavra “acaso” no dicionário são: eventualidade; casualidade; ou imprevisível, mas algumas circunstâncias nos dias de hoje estão tornando certas casualidades cada vez mais menos casuais. O maior exemplo, claro, é a Covid-19, que fez milhões de vítimas no mundo todo. Uma forma de proteger sua família financeiramente, seria um seguro de vida.

Um grande ponto positivo dos seguros é o custo-benefício. Ao contratar, o usuário já está totalmente segurado pelo período vigente, podendo até precisar utilizar sem ter pago qualquer parcela, diferente do que seria se os valores das parcelas fossem guardados mês a mês em uma aplicação financeira, por exemplo.

Algo que não tem preço é a garantia de que aquilo que você conquistou, não vai ser perdido nem tirado de você. Segundo estudo realizado esse ano pela Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais (CNseg), apenas 30% dos carros que circulam no Brasil estão segurados, ou seja, mais da metade dos condutores brasileiros contam com a sorte para não serem prejudicados financeiramente em possíveis colisões, abalroamentos ou furtos.

Hoje, os seguros estão mais completos e flexíveis. Em um seguro residencial, o segurado pode ter na apólice, assistência de encanador, eletricista e até mesmo para os pets, 24h por dia. O seguro é a garantia de que mesmo em tempos difíceis como o que estamos vivendo, o que é de cada um, vai continuar nas respectivas posses, preservando os patrimônios e conquistas pessoais.

Autor: Leonardo Albuquerque
Referência: O Povo