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Receita da Dasa cresce, mas despesa financeira pesa no balanço

12 de maio 2023 Paulo Araripe Jr.

A receita líquida da companhia, dona de hospitais como Nove de Julho e dos laboratório Delboni e Sérgio Franco, somou R$ 3,5 bilhões entre janeiro e março, o que representa um avanço de 13% em relação a igual período de 2022

Em meio a um cenário de forte pressão na cadeia de saúde, a Dasa – dona de hospitais como Nove de Julho e dos laboratório Delboni e Sérgio Franco – conseguiu apurar crescimento de receita e do lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização (Ebitda) tanto no negócio de hospitais e oncologia quanto em seu braço de medicina diagnóstica, no primeiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2022.

“É um desempenho baseado em expansão orgânica e que vem acompanhado de uma série de ações que já iniciamos, como redução em despesas administrativas e investimentos, que vão trazer ganhos ao longo deste ano”, disse Pedro Bueno, presidente da Dasa. É o melhor resultado trimestral de receita e Ebitda da companhia.

A receita líquida da companhia somou R$ 3,5 bilhões entre janeiro e março, o que representa um avanço de 13% em relação há um ano ou 8% quando se considera o quarto trimestre de 2022. Houve crescimento mesmo quando se compara com o primeiro trimestre do ano passado, período do surto da ômicron, sub variante do vírus da covid-19, que elevou a receita dos prestados de serviços de saúde com exames e internações. O Ebitda subiu 12% na comparação anual e 34% em relação ao quarto trimestre.

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Autor: Beth Koike
Referência: Valor Econômico